O Tribunal de Justiça da Bahia revogou, por unanimidade, a segunda prisão preventiva do deputado estadual Binho Galinha (Avante). A decisão atende a um habeas corpus apresentado pela defesa do parlamentar.
A ordem derrubada havia sido decretada em julho, na sentença que condenou Binho Galinha a 36 anos e nove meses de prisão por crimes relacionados ao Estatuto do Desarmamento, em um dos desdobramentos da Operação El Patrón.
Apesar da decisão favorável, o deputado não será solto. Binho Galinha permanece preso por causa de uma primeira ordem de prisão preventiva, decretada em 2025. A legalidade dessa medida está sendo analisada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Binho Galinha está preso desde outubro do ano passado, quando se apresentou às autoridades após ser considerado foragido. A defesa agora tenta derrubar também a primeira prisão preventiva para buscar a liberdade do parlamentar.
Foto: Agência Alba
