A tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre uma série de produtos brasileiros entrou em vigor nesta quarta-feira (22), ampliando as preocupações de empresas exportadoras e do governo brasileiro. A medida foi anunciada pela administração do presidente Donald Trump e passa a incidir sobre diversas mercadorias enviadas ao mercado norte-americano.
Segundo o governo dos Estados Unidos, a decisão faz parte de uma revisão da política comercial do país. A taxação afeta produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano, tornando-os mais caros e menos competitivos diante de concorrentes de outras nações.
Apesar da nova cobrança, alguns itens estratégicos ficaram de fora da medida. Entre os produtos isentos estão petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose, setores considerados relevantes para a balança comercial brasileira.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que com as novas tarifas, a medida do governo Trump não afetará “a economia do país como um todo”.
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“Nós já temos prontos os mecanismos de proteção das nossas empresas e dos nossos empregos. Portanto, com coordenação do ministro Márcio Elias Rosa, os setores afetados serão mais uma vez chamados ao diálogo e nós ampliaremos e reforçaremos o Plano Brasil Soberano, que dá apoio a quem foi injustamente afetado pelo tarifaço dos Estados Unidos”, afirmou.
